22/09/2017 / Em: Artigos

 

Conta-se que, na Grécia Antiga, por volta do ano 450 a. C., um homem se aproximou de um sábio e fez-lhe diversas perguntas:

─ Diga-me, senhor, qual é a coisa mais antiga do mundo?

─ Deus ─ respondeu o sábio ─ porque Deus sempre existiu de toa a Eternidade.

─ E qual é a coisa mais maravilhosa que existe?

─ O Universo ─ disse o sábio ─ porque o Universo é obra de Deus.

─ Diga-me, então, qual a maior de todas as coisas?

─ O espaço, pois ele contém todo o Universo criado por Deus.

─ E qual a coisa mais constante?

─A mais constante é a esperança, porque permanece no homem, depois que ele tenha perdido tudo o mais.

─ E qual  a melhor de todas as coisas?

─ A virtude, porque sem a virtude nada existe de bom. E a mais rápida é o pensamento, porque, num instante, pode percorrer todo o Universo.

─ Diga-me, então, qual a mais forte de todas as coisas?

─ É a necessidade, porque a necessidade faz com que o homem enfrente todos os perigos da vida.

─ E qual a mais fácil?

─ É dar conselhos aos outros.

Vendo que todas as respostas eram sábias, o homem ainda arriscou a última:

─ Diga-me, senhor, qual é a mais difícil de todas as coisas?

─ Conhecer-se a si mesmo ─ respondeu o sábio.

(Autor desconhecido)